sábado, 27 de junho de 2009

A Gastronomia e a Poesia

Embora de igual terminação, os conceitos são bem diferentes; o primeiro trata da alimentação e fortalecimento do corpo e o segundo do enriquecimento e embelezamento da alma – seja lá o que isso for e esteja localizada onde estiver.No entanto, apesar de categoricamente diferentes na significação, assemelham-lhe nos intuitos e aproximam-se no contexto; e isto nem sequer constitui um paradoxo. Consta no dicionário (informação daí retirada para que os pés não se me misturem com as mãos) que gastronomia quer dizer, “Arte de bem cozinhar, a fim de proporcionar o maior prazer a quem come”; ou, em complemento, “Arte de comer bem e de apreciar os bons acepipes”. Comer, mas com arte, portanto, nem que acepipes se mastiguem!Do mesmo dicionário, retirei informação sobre o conceito de poesia; diz assim: “Arte de fazer versos; os diferentes géneros de composição poética; conjunto de obras em verso, escritas numa determinada língua ou próprias de uma determinada época, de uma corrente literária, etc,;”. Não é referida nesta definição, qualquer alusão a alimento de alma; fique, então, o leitor a saber que, se alguém alimenta a alma com poesia, essa actividade não consta nos manuais de informação e terá sido, apenas, um delírio de meu propósito. Nada consta, também, sobre o entendimento de etecetra, mas supõe-se – suponho – não haver qualquer relação com poesia.Contudo, é legítimo alimentá-la; à alma, claro, que ao corpo, bem entendido, para além de legítimo é também necessário prover-lhe alimentação, seja ou não gastronomicamente cozinhada, preparada com arte e engenho, sem engenho mas com arte ou sem engenho nem arte; nem jeito nem batatas – muitas das vezes, o que é preciso é comer, nem que seja o pão que o diabo amassou. E com o diabo não se brinca; não vá o diabo tecê-las, o melhor é comê-lo. O pão!No Porto Alto, pequena localidade às portas de Lisboa, mãos dadas com a Vila Franca abraçada Tejo, onde este quase acaba e a Lezíria começa, está exposto, num dos cafés ou cervejaria ou seja lá o que for, um curioso cartaz de letras agigantadas, que diz assim: “Bifanas há Poeta”. E nem sequer está lá há pouco tempo; já lhe fisguei a mensagem por diversas vezes sem que, até agora, de entre as inúmeras altas autoridades que existem no Meu País, uma só que seja, se digne colher informação sobre a verdadeira mensagem daquele escrito de rua – se bifanas e poeta existem, em simultâneo, na mesma sala ou se, mais provavelmente, entendo eu, se trata de um erro ortográfico do tamanho da própria lezíria, esse majestoso espaço que Alves Redol tão bem descreveu nos seus romances, cheios de poesia e de beleza bucólica; e de gente simples e lutadora e verdades cruas e nuas. Não é absolutamente necessário que se defina, em papel de dicionário, o conceito de poesia; esta, quando existe, sente-se. Não são os sábios letrados e estudiosos que nos botam olhos a dentro aquilo que é poeticamente poesia; se boa ou má, assim-assim ou mais ou menos.Pelos vistos, também não é absolutamente verdade, que me desculpe a Priberam, que gastronomia seja como vem definido em dizeres de sua autoria; pelo menos no Porto Alto ou pelo menos para os criadores daquela “obra de arte”.A não ser que tais bifanas, sejam alimento de sustento aos “benvindos” de cada terra. Continuo, no entanto, a não lhe encontrar poesia alguma. Mas eu, não sendo sábio nem letrado, não sei definir poesia. Mas uma bifana e um copo de tinto, isso sim, sei o que é.

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sexta-feira, 26 de junho de 2009

Plano de mesa

Um dos segredos para o sucesso de uma reunião em volta da mesa - seja um jantar social ou um almoço de negócios - é a maneira certa de colocar pessoas com interesses comuns e afinidades perto umas das outras.Longe de ser uma frescura, esse detalhe é fundamental quando se trata de fazer a conversa fluir bem ou concretizar um negócio importante. E, normalmente, as pessoas esperam que alguém - o dono da casa ou representante da empresa que convida - indique exatamente onde cada um deve sentar.Ao contrário do que se imagina a frase: “sentem-se onde quiserem”, em vez de facilitar, acaba causando mais confusão e gerando dilemas do que se todos seguirem uma só orientação.Assim, de uma forma geral procure seguir estas diretrizes.

Socialmente:
» Intercale sempre que possível um homem e uma mulher;
» À direita de quem convida vai o convidado ou convidada de honra - sempre seguindo o conceito de intercalar homens e mulheres;
» Quando não há convidado de honra, senta-se à direita do anfitrião a senhora mais idosa presente. E, no caso de anfitriã, o senhor mais velho;
» Em refeições com mais de 6 ou 8 pessoas é interessante que os donos da casa - ou representantes da empresa que convida - sentem-se no centro da mesa retangular, um em frente ao outro, para distribuir melhor a conversa;
» Marido e mulher devem sentar-se longe um do outro. É uma convenção que demonstra boa vontade para conhecer outras pessoas;
» Nem todos os convidados devem ser casais. No entanto, o mesmo número de homens e mulheres equilibra os assuntos, além de ser mais estimulante do que um bando de marmanjos ou uma porção de mulheres juntas;
» Convidar apenas pessoas da mesma profissão ou interesses é um falso conceito de harmonia social - ela pode, rapidamente se transformar em tédio. Assim, não tenha medo de incluir pessoas “diferentes” ou de outras profissões: todo mundo gosta de variar o assunto e ouvir outros pontos de vista;
» Não há o menor problema em misturar família com amigos. Evite no entanto assuntos estritamente familiares ou fofocas que interessam apenas a vocês durante a conversa. A mesma coisa ou até pior, é ficar horas falando da empresa ou de trabalho, enquanto alguém fica totalmente “fora” da conversa;
» Em almoços profissionais, quem define quem senta é o profissional superior da empresa que convida. Senta-se à direita de quem convida o convidado mais importante na hierarquia da empresa, independente de ser homem ou mulher. A sua esquerda senta-se o segundo na hierarquia da empresa convidada. Se for um grupo com cargos equivalentes respeita-se o conceito de intercalar homens e mulheres.
(Fonte:Claudia Matarazzo - http://www2.uol.com.br/claudiamatarazzo)

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Brindes

Pequenos e médios empreendedores podem ter dúvidas ao definir brindes para enviar a seus clientes. Veja o que os especialistas recomendam fazer (e, sobretudo, não fazer) na hora de escolher que presente enviar:
O brinde pode ser mandado em qualquer data?

Sim. Mas o empresário deve ter em mente que ao mandar um brinde perto de datas como Natal e Páscoa, terá custos relativamente altos, se não quiser correr o risco de causar uma má impressão.
Quem mandou o brinde deve ligar perguntando se o cliente gostou do que recebeu?
Não é recomendável, pois isso pode ser interpretado como cobrança. Caso o brinde agrade e o cliente achar que deve agradecer, ele mesmo deve decidir como fazê-lo.
Existem brindes que exigem cuidados especiais?
Sim. Há presentes que, em vez de agradar, podem causar constrangimento em quem os recebe. É o caso de artigos como lingeries e caixas de bebidas entará uma comparação quase inevitável com os presentes enviados por outras empresas. Isso pode obrigálo a arcaralcoólicas. Outro risco é mandar produtos perecíveis, como tortas e cestas de frutas. Se o destinatário estiver ausente do escritório por algum tempo, o conteúdo ficará estragando sobre a mesa.
Estampar o logo da empresa num lugar muito visível pode diminuir o interesse pelo brinde?
Sim. Muitas pessoas não simpatizam com a idéia de carregar produtos que fazem propaganda para os outros.
Deve-se mandar brindes iguais para pessoas de um mesmo nível hierárquico?
Depende da intenção de quem envia. Brindes idênticos são vistos como algo mais impessoal do que presentes especialmente escolhidos.
(Fonte: Portal Exame)

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quinta-feira, 25 de junho de 2009

Cerveja para sobremesa é atração em feira internacional da bebida

Termina hoje (25) em São Paulo a Brasil Brau 2009 - Feira Internacional de Tecnologia em Cerveja. O evento é o único dedicado exclusivamente ao setor cervejeiro do país e reunirá toda a cadeia produtiva da bebida com mais de 100 expositores, incluindo empresas e instituições de renome mundial. A feira conta ainda com o Degusta Beer, onde os expositores terão a oportunidade de mostrar seus produtos.As sessões de degustação são orientadas proporcionando conhecimento dos mais variados estilos e marcas de cerveja disponíveis no país atualmente. O brasileiro está descobrindo que esta bebida, considerada uma das paixões nacionais, vai muito além do que se pode imaginar pela popular expressão ¿loura estupidamente gelada¿. Algumas cervejas são recomendadas para consumo entre 9 a 12 graus, especialmente aquelas recomendadas para harmonização com sobremesas. A idéia pode surpreender, mas existem cervejas que podem realçar o sabor de tortas, flans e pudins, por conterem ingredientes similares. No Brasil já se produzem cervejas exóticas com adição de frutas, café ou mel. Algumas têm conquistado prêmios internacionais pela excelência de seus produtos, mesmo concorrendo com países, como a Bélgica e a Alemanha, onde a tradição em cervejas exóticas é muito maior que a nossa. Os belgas produzem cervejas do estilo Kriek (cereja), Framboise (framboesa) e Pêche (pêssego), em que se utilizam frutas com alto teor de frutose, proporcionando aroma e paladar de frutas frescas. As Wit são feitas com especiarias, como coentro e cascas de laranja. Os alemães consomem cervejas de trigo com sobremesas de maçã e a Dunkelweizen (trigo tostado) vai bem com banana. Já os ingleses criaram a Stout utilizando aveia e maltes tostados, resultando em uma bebida ideal para acompanhar sobremesas cremosas e chocolates. O mel é altamente fermentável, seu uso em cervejas é tradição nos Estados Unidos e Inglaterra, além da Bélgica, o resultado é uma bebida de aroma floral e textura mais cremosa, que não deixa a festa acabar, mesmo com a sobremesa chegando à mesa.

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Parque Anhembi de cara nova

Para uma cidade que recebe 11 milhões de visitantes anualmente e concentra 120 das 160 maiores feiras de negócios do país, não fica nada bem ter seu mais tradicional centro de exposições com o teto cheio de goteiras, paredes descascadas, carpete esburacado e estofamento puído. Mas, até pouco tempo atrás, era esse o cenário encontrado pelos mais de 11 000 expositores que alugam espaços no Parque Anhembi todos os anos. "Chegamos a contar 400 focos de infiltração no teto do Pavilhão de Exposições e, durante uma das últimas edições do Salão do Automóvel, choveu em cima de uma Maserati", lembra Armando Arruda Pereira, presidente da União Brasileira dos Promotores de Feiras (Ubrafe).
No Palácio das Convenções, que recebeu mais de setenta congressos, shows, seminários e workshops, além de cerca de oitenta cerimônias de formatura em 2008, o palco do auditório principal estava tomado por cupins e apenas sete das 56 lâmpadas do lustre funcionavam. Na semana passada, finalmente, após uma reforma que custou 22 milhões de reais, a situação começou a mudar. Os 6 000 médicos que compareceram ao Congresso Mundial de Otorrino-laringo-logia encontraram o local tinindo de novo.
A reforma teve início em outubro de 2007 e deve se estender até o fim deste ano. Mas já trouxe benefícios. O telhado foi impermeabilizado e ganhou isolamento acústico. Com a derrubada dos mezaninos norte e sul, a área útil do Pavilhão de Exposições aumentou em 6 000 metros quadrados. O Palácio das Convenções teve a sua área ampliada em 4 000 metros quadrados com a transformação de uma garagem em dois novos halls. O estacionamento, com capacidade para 7 500 veículos, ganhou cancelas automáticas. Os auditórios Elis Regina e Celso Furtado foram pintados e receberam acessos para deficientes. E os anfiteatros menores tiveram o carpete rasgado substituído por piso vinílico.
Outras melhorias incluem uma cozinha industrial, a reforma dos banheiros e a construção de um vestiário para os montadores das feiras. "Agora podemos trazer visitantes do exterior para cá sem passar vergonha", afirma Paulo Pontes, professor da Universidade Federal de São Paulo e presidente do congresso de otorrinolaringologistas. "Pela primeira vez, a São Paulo Turismo, que administra o espaço, está deixando de pôr a culpa nas gestões anteriores e implementando as mudanças que a modernidade exige", diz Juan Pablo de Vera, presidente da Reed Exhibitions Alcantara Machado, que realiza ali dezesseis feiras por ano. As próximas etapas da reforma preveem a instalação de câmeras de segurança, a troca do sistema de ar condicionado e a implantação de uma rede de internet sem fio.
Os números de um gigante
Inaugurado em 1970, o Anhembi divide com o Expo Center Norte o título de o principal centro de exposições e eventos da cidade
400 000 metros quadrados é sua área total, contando os pavilhões, as salas de eventos, a Arena e o Sambódromo
67,7 milhões de reais foi a receita do Parque Anhembi com locação de espaços e estacionamento no ano passado
174 600 reais é o valor máximo do aluguel diário do principal pavilhão
650 000 pessoas estiveram no último Salão do Automóvel, a feira mais visitada do complexo
18 feiras de negócios anuais mantêm a agenda dos pavilhões praticamente lotada até 2014
10 000 metros quadrados foi a área ganha com a reforma


(Fonte: Sara Duarte - Veja São Paulo)

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terça-feira, 9 de junho de 2009

Estaremos lá!

Estaremos prestigiando mais uma vez a maior feira de moda e negócios do setor em toda América Latina. A FRANCAL é o evento mais importante do ano para os fabricantes brasileiros junto ao mercado interno e o melhor cenário para as relações comerciais com o mercado internacional.Consolidada como a mais internacional feira do continente americano destes segmentos, pelo grande volume de compradores internacionais que vem ao Brasil em busca de qualidade e do design brasileiro. De 14 a 17 de Julho -Anhembi/São Paulo

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segunda-feira, 8 de junho de 2009

DIA DOS NAMORADOS

Inspirado na culinária indiana foi criado o Chutney Picante de Banana. A iguaria, uma espécie de compota de sabor agridoce, leva especiarias e mel, além de pimenta rosa, ingrediente que deixa o prato com um sabor marcante e estimulante, ideal para acompanhar saladas, assados ou até mesmo torradinhas para uma
afrodisíaca comemoração a dois.



Ingredientes

200 g de banana Passa
½ xícara de vinagre de maça ou arroz
½ xícara de água
2 xícaras de açúcar mascavo
1 colher (sopa) mel
2 colheres (sopa) uva passa branca
2 colheres (sopa) uva passa preta
4 cravos da Índia
1 colher (chá) canela em pó
1 pimenta rosa
Modo de preparo
Num recipiente coloque as bananas passas cortadas em pedaços pequenos e cubra com água fervente por aproximadamente 40 minutos para hidratar. Numa panela dissolva o açúcar com a água e o vinagre sem deixar ferver. Acrescente o restante dos ingredientes e cozinhe por aproximadamente 40 minutos até ficar em ponto de geléia.Retire do fogo. Deixe esfriar e sirva.

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sexta-feira, 5 de junho de 2009

CASAMENTO ROSI & ALEXANDRE - 02/05/2009

IGREJA NOSSA SENHORA DE NAZARÉ
BOLO TRUFADO DE COCO COM CHOCOLATE
BRIGADEIRO E BRIGADEIRO BRANCO

Doces tradicionais (Brigadeiro crocante,Beijinho,Bicho-de-pé,Doce de Nozes,Olho de Sogra)

MOISÉS DUARTE

MESA DE CAFÉ COM SAMOVAR DE PRATA


BEM CASADOS COM ESSENCIA DE AMENDOAS

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quarta-feira, 3 de junho de 2009

BRASILPLAST 2009 - HDB REPRESENTAÇÕES




HDB REPRESENTAÇÕES LTDA

SUCO DE POLPA DE FRUTAS (MELANCIA E PESSEGO)
ÁGUA COM HORTELÃ

MARINADOS - AZEITONAS VERDES, MUSSARELA DE BÚFALA E TOMATE SECO

INVOLTINI DE BRESAOLA, RUCULA E QUEIJO
CAPRESE - TOMATE CEREJA, MUSSARELA BÚFALA, PESTO DE AZEITONAS PRETAS E MANJERICÃO
CANAPÉ DE CREME DE QUEIJOS E KANI-KAMA

CANAPÉS DE CREME DE QUEIJO COM GELÉIA DE MORANGO

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Estamos cadastrando Garçons, Garçonetes e Recepcionistas.
Envie seu currículo para:

rh@fabiomatoseventos.com

EM BREVE!

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